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Janeiro Roxo: Secretaria da Saúde intensifica busca por novos casos de Hanseníase

Em Votuporanga, a ação é promovida há alguns anos pelo Consultório Municipal “Dr. Jamilo Elias Zeitune”, no bairro Vila Paes que é a referência para esse tipo de agravo

Sabia que aquela macha que apareceu na sua pele e você foi deixando para depois, pode ser Hanseníase? Qualquer pessoa pode desenvolver essa condição, portanto, em uma mobilização nacional, por meio da Campanha “Janeiro Roxo”, a Secretaria Municipal da Saúde busca sensibilizar a população sobre o diagnóstico precoce, assim como, o treinamento dos profissionais de saúde para a suspeita diagnóstica. As Unidades de Saúde já estão preparadas para esses atendimentos gratuitos. 

Em Votuporanga, a ação já é promovida há alguns anos pelo Consultório Municipal “Dr. Jamilo Elias Zeitune”, no bairro Vila Paes, que é a referência para esse tipo de agravo. O local atende a esses pacientes, identificando a doença e disponibilizando o tratamento necessário. A coordenadora do Programa de Hanseníase no Município, Léa Bagnola explica que é fundamental que cada um conheça seu corpo e identifique alguma mancha branca ou vermelha que insiste em ficar na pele. “Neste mês, o Município está intensificando as ações de busca à pessoas com Hanseníase, por isso, tire a dúvida, e vá até uma das Unidades de Saúde, para o diagnóstico precoce. Com o tratamento oportuno as chances de evolução do quadro e a cura do paciente são grandes. O Serviço atende hoje 9 pacientes que estão em tratamento”. 

De acordo com o Ministério da Saúde, a Hanseníase, conhecida antigamente como Lepra, é uma doença crônica e infectocontagiosa, causada pelo Micobacterium leprae, tendo a capacidade de infectar um grande número de pessoas. 

Apesar dos esforços para o seu combate, a Hanseníase ainda se mantém endêmica e constitui um problema de saúde pública no Brasil. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), em 2018, foram diagnosticados 28,6 mil novos casos em todo País. 


Transmissão

Sua transmissão acontece por meio das vias respiratórias, tosse e espirros emitidos por uma pessoa contaminada, e por contato prolongado. Não se contrai hanseníase por meio de copos, pratos, talheres, nem em assentos, apertos de mão, abraço, beijo, picada de inseto, aleitamento materno, doação de sangue, relação sexual ou gravidez. 

É uma doença lenta e silenciosa sendo que os principais sinais e sintomas da doença surgem após longo período que varia de 2 a 7 anos. São eles: surgimento de manchas esbranquiçadas ou avermelhadas; pele seca; queda de pelos; falta de suor; perda de sensibilidade; formigamento; perda da força dos músculos das mãos, pés e face, devido à inflamação dos nervos; emagrecimento; dor; sensação de choque nos braços e nas pernas.

“Ao iniciar o tratamento o paciente deixa de transmitir a doença para outras pessoas, além de reduzir as chances de sequelas provocadas pelo comprometimento neurológico da doença. O diagnóstico precoce e o tratamento dos casos constituem o principal pilar para o controle da hanseníase, interrompendo a cadeia transmissão da doença e o aparecimento de novos casos”, destaca Léa.  

Qualquer pessoa com mancha dormente ou outros sinais/sintomas deve procurar a Unidade de Saúde. Em caso de dúvida é só entrar em contato com a Vigilância Epidemiológica pelo (17) 3405.9787, situada à Rua Santa Catarina nº 3890 – Patrimônio Velho. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.  

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