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Mais duas mil novas consultas/ mês deverão ser disponibilizadas

 

 Secretaria de Saúde fará a contratação de mais quatro novos médicos ainda este ano; grande parte dos pacientes recorre a UPA para consultas médicas

 

Pronto-atendimento é socorro e não consulta médica. Hoje, 80% do atendimento na UPA é “Azul”, na classificação de risco, ou seja, na maior parte das vezes seria o caso de agendar consulta médica na Unidade de Saúde. Dessa forma, a Secretaria Municipal de Saúde reconhece a necessidade de fortalecer a rede de Unidades Básicas de Saúde do município para ampliar o número de consultas.

 

A secretária de saúde, Fabiana Arenas S. de Parma afirma que as consultas médicas aumentaram com a implantação dos Consultórios Municipais e deverão aumentar ainda mais. “Agora, no final de maio, entregaremos a reforma e ampliação do Consultório Municipal Dr. Ruy Pedroso, no Jardim das Palmeiras I, e em julho, será inaugurado o novo Consultório Municipal Oswaldo da Cruz Oliveira Júnior no Cecap II”, esclarece a secretária.



Há previsão para a contratação de mais médicos para aumentar o número de consultas. “Para este ano, nossa pretensão é contratar mais quatro médicos, com carga horária de 40 horas semanais, o que vai aumentar aproximadamente 2 mil consultas ao mês” – conta Fabiana.

 

Para ela, o paciente que só vai ao pronto-atendimento não se submete a prevenção necessária, além das investigações diagnósticas serem limitadas ao sinal ou sintoma apresentado no momento; “as pessoas tem o hábito de focar a doença, e não as ações de saúde. É preciso mudar esta cultura, com ações de educação em saúde”, destaca a médica.

 

Orienta ainda que a população deve conhecer sua Unidade Básica de Saúde e participar das ações e atendimentos ofertados, exercendo seu controle social. A participação da população junto aos trabalhadores de cada Unidade imprime melhorias significativas nos indicadores de saúde dos bairros.

 

Quanto ao serviço de transporte sanitário das ambulâncias, a Secretaria Municipal de Saúde explica que o município é, por lei, responsável pela gestão de saúde pública. No caso da gestão e transporte para rede de saúde suplementar (convênios), os pacientes devem procurar a assistência integral do próprio convênio, sendo que o órgão responsável pela regulamentação desta rede é a Agência Nacional de Saúde (ANS).

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