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Mostra Uma Capela no Caminho chega a Votuporanga

Fotos da Exposição itinerante, assinada por Guilherme Baffi, estreiam nesta terça-feira no Centro de Cultura e Turismo "Marão Abdo Alfagali"

Moradores e visitantes de Votuporanga poderão conferir, a partir desta terça-feira, a exposição itinerante "Uma Capela no Caminho", assinada pelo repórter fotográfico Guilherme Baffi. As fotos selecionadas, fazem parte do projeto que tem apoio do ProAC e patrocínio das empresas Kodilar, Natural Life, Itamarati, Rede Sol, Arco-Íris e Hidroveda. 

Pelo caminho traçado por Guilherme Baffi, entre viagens ou mesmo nas pautas do cotidiano, as capelas sempre lhe chamaram a atenção. Umas suntuosas, outras em ruínas, nos centros, nos bairros ou abrigadas em propriedades privadas, o que cada uma tem a dizer atraiu o foco das lentes do premiado fotógrafo e deu origem à exposição.

Com entrada livre "Uma capela no caminho" leva para a população relatos de histórias de famílias, homenagens aos entes queridos, pessoas que fizeram diferença e muito mais. Além da religião, as capelas fotografadas são reflexos do povo, época em que foram erguidas e carregam traços dos anos passados. O projeto é também uma forma de instigar e estimular os visitantes a trilhar o caminho da fotografia.

Guilherme Baffi faz um convite para uma viagem pelo tempo, arquitetura, arte e cultura. Um programa para toda a família, independente de religião.

As 50 imagens selecionadas pelo premiado fotógrafo estarão disponíveis para o público no Centro de Cultura e Turismo "Marão Abdo Alfagali", de terça-feira a domingo, de 9h às 19h, com entrada gratuita. 

Além da exposição, o projeto prevê visitas monitoradas, e um workshop sobre a arte de fotografar, e o processo que levou o artista a registrar essas obras da arquitetura e cultura.

Baffi herdou o gosto pela fotografia de seu pai, Edson Baffi, um dos fotógrafos mais respeitados da cidade de São José do Rio Preto. Ocupante da cadeira nº 15 da Academia Rio-pretense de Letras e Cultura, Baffi era um artista das lentes, sensível à poesia da cidade e à importância das circunstâncias cotidianas.

 Por influência da família, desde cedo encara as capelas com olhar curioso, que busca além da religião, procura a verdade que cada uma delas conta. Essa inquietação permaneceu com o artista ainda hoje. A cada capela encontrada no caminho, lá está ele, registrando-as de diferentes ângulos e perspectivas. Os registros, muitos, resultaram no projeto que vem para instigar cada observador a olhar além.

 "Sem preconceitos ou barreiras religiosas, a exposição é um convite para que todos busquem as histórias contadas pelas construções. As capelas dizem muito sobre o povo, a cultura, política e economia. É também uma celebração da fotografia, da arte de captar aquilo que chama a atenção e ressaltar belezas escondidas", afirma Guilherme.

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